segunda-feira, 9 de novembro de 2015


O que você tem buscado?





Buscamos o emprego ideal, nos preocupamos em escolher o curso certo na universidade; e na vida sentimental, buscamos escolher a pessoa certa, e enquanto isso não acontece, buscamos ser feliz na família, corresponder com as expectativas no trabalho, buscando uma melhor colocação e quem sabe com um melhor salário, quantas dúvidas que buscamos respostas, buscamos também entender, muitas vezes, o que está acontecendo com as pessoas, e eu acho que se fossemos perguntar, teria muito mais coisas que buscamos no nosso dia-a-dia.


O que você tem colocado como prioridade em sua vida?? ou melhor, quem?? Somos tão previsíveis, com tantas dúvidas que fico imaginando que Jesus só não nos abandona por seu infinito e infalível amor! Por quantas vezes, deixamos de ouvi-lo para ouvirmos nosso coração, nossa razão. E quando nada acontece ou acontece tudo errado. Pronto, Deus não esta me vendo, a culpa é de Deus, Ele não ama, Ele não me ouve.


Você sabia que existe uma promessa de Deus para nossas vidas com relação ao que estamos buscando?


Observe o versículo a seguir:
Mateus 6.33

? Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.


Você sabe o que é o Reino de Deus?


Primeira coisa que devemos entender que esse reino não se trata de nada material ou político, nem de domínio sobre nações ou reinos deste mundo.


Este mundo continuará sendo inimigo de Deus, por rejeitar a obediência a Deus e por não aceitar a Cristo como Salvador.


O reino é antes de tudo uma demonstração do poder divino em ação.


É Deus revelando-se com poder na execução de todas as suas obras.


O Reino de Deus significa:
Deus intervindo e predominando no mundo, para manifestar seu poder, sua glória e suas prerrogativas contra o domínio de satanás e a condição deste mundo.


A condição necessária e fundamental para se entrar no Reino de Deus é: “Arrependei-vos e crede no Evangelho”


Mc. 1.15
? E dizendo: O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos, e crede no evangelho.
Buscar a Deus é nosso dever


Isaias 55.6
? Buscai ao SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto.


Para ver o Reino de Deus você precisa:

1.Nascer de novo, da água e do Espírito – Jo.3
2.Ser pobre de Espírito, que é reconhecermos que não temos qualquer auto suficiência espiritual.
3.Ser manso
4.Ser limpos de coração, ou seja, estar liberto do pecado, mediante a graça de Deus.
5.Os que sofrem perseguição por causa da justiça, são aqueles que conservam os padrões divinos da verdade, e ao mesmo tempo se recusam a concordar com a presente sociedade pecaminosa e com o modo de vida dos crentes mornos.


O Reino de Deus na atualidade é uma realidade e só não o pode ser na sua totalidade por causa da influência de satanás e dos homens maus que continuarão predominando até o fim desta era.


O Reino de Deus terá o seu estabelecimento total quando Cristo triunfar sobre todo o mal e oposição, e isso ocorrerá quando Jesus voltar para julgar o mundo.


Eu repito a pergunta: O que você tem buscado?
É responsabilidade do crente buscar incessantemente o reino de Deus, em todas as suas manifestações, tendo fome e sede pela presença e pelo poder de Deus, tanto na sua vida como no meio da sua comunidade cristã.


Paul Idni Maia Viana 

domingo, 13 de setembro de 2015

Deus acima de tudo .!: Por onde começar?A Bíblia é uma bibliote...

Deus acima de tudo .!: Por onde começar?









A Bíblia é uma bibliote...
: Por onde começar? A Bíblia é uma  biblioteca  composta de 73 livros, escritos em épocas distantes e de situações mu...




Senaqueribe e Satanás

O exército assírio tinha passado sobre a Síria e Israel como um rolo compressor, e depois atacou Judá, conquistou todas as suas cidades fortificadas e cercou Jerusalém. Senaqueribe, o rei assírio, escreveu em suas próprias crônicas que tinha fechado Ezequias (rei de Judá) como um pássaro numa gaiola. A conquista assíria de Jerusalém, capital de Judá, parecia inevitável. Contudo, uma vez que o monarca assírio precisava lutar em outras frentes de batalha, ele preferiu simplesmente intimidar os israelitas para que se rendessem. Ele enviou Rabsaqué, seu principal oficial, a Jerusalém para começar uma campanha de propaganda destinada a persuadir os homens de Judá a desistir sem lutar. Três capítulos registram o discurso de Rabsaqué: 2 Reis 18; 2 Crônicas 32 e Isaías 36. O discurso foi engenhado para motivar os cidadãos de Jerusalém e os dirigentes da cidade a julgar sua situação sem esperança e permitir aos assírios tomar a cidade. A tática assíria se parece com as técnicas que Satanás usa conosco em suas tentativas para nos levar a ceder e a servi-lo. Observemos as técnicas que Senaqueribe usou com os judeus para ganharmos compreensão de nossas batalhas espirituais modernas.
Exagerou o próprio poder
Os assírios engrandeceram seu próprio poder e grandeza. "Então, Rabsaqué se pôs em pé, e clamou em alta voz em judaico, e disse: Ouvi as palavras do sumo rei, do rei da Assíria. Assim diz o rei: Não vos engane Ezequias; porque não vos poderá livrar. Nem tampouco Ezequias vos faça confiar no Senhor, dizendo: O Senhor certamente nos livrará, e esta cidade não será entregue nas mãos do rei da Assíria" (Isaías 36:13-15). Observe que Rabsaqué chamou o rei da Assíria "o sumo rei". Ele queria que os judeus acreditassem que seu poder era irresistível e portanto entregassem a luta.
Do mesmo modo o diabo procura nos convencer que seu poder é maior do que nossa capacidade de resistir. Exagerando sua força, Satanás nos leva a desculpar nossos atos e a negar responsabilidade pessoal pelo que fazemos: "Afinal, dada a força da tentação, como poderia eu esperar fazer melhor?" Para derrotar a tentação precisamos ver o poder de Deus. Como Pedro, quando começamos a olhar para o vento e para as ondas, nós caímos; mas quando mantemos olhos fixos em Jesus, ficamos firmes (Mateus 14:22-33). "Se Deus é por nós, quem será contra nós?" (Romanos 8:31). Deus nos equipa para ficarmos firmes e resistirmos aos avanços do diabo: "Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo" (Efésios 6:11). A fé em Deus nos escuda contra "todos os dardos inflamados do Maligno" (Efésios 6:16). Não há tentações irresistíveis (1 Coríntios 10:13), porque Deus é mais forte do que Satanás: o Senhor é "o sumo rei".
Inverteu a verdade e o erro
Ezequias instituiu amplas reformas na adoração. Ele baniu a idolatria e se opôs à adoração nos lugares altos porque Deus queria que a adoração fosse oferecida somente em Jerusalém (Deuteronômio 12). Senaqueribe usou estas reformas como ponto de partida para atacar e desacreditar Ezequias. Talvez o departamento de inteligência assírio tivesse detectado descontentamento entre os israelitas pelas reformas de Ezequias. Sua oposição a adoração (de ídolos e nos lugares altos) certamente deixou alguns dos judeus se sentindo inseguros. Assim, Rabsaqué argumentou: "Acaso, não vos incita Ezequias, para morrerdes à fome e à sede, dizendo: O Senhor, nosso Deus, nos livrará das mãos do rei da Assíria? Não é Ezequias o mesmo que tirou os seus altos e os seus altares e falou a Judá e a Jerusalém, dizendo: Diante de apenas um altar vos prostrareis e sobre ele queimareis incenso?" (2 Crônicas 32:11-12).
Ainda hoje Satanás ataca as tentativas de volta ao padrão de Deus e de oposição a falsa religião. Ele inspira os modernos conceitos de tolerância, segundo os quais todos os caminhos são certos, toda adoração é boa, e toda crença é válida. Ele faz com que aqueles que se opõem a religião humana e a doutrina dos homens pareçam maus sujeitos. O diabo é mestre na arte de chamar de mau o que é bom, e de bom o que é mau (Isaías 5:20). Precisamos ter a coragem de nos opormos ao erro mesmo quando somos difamados por fazermos isso.
Declarou ter aprovação de Deus
Os assírios declararam que Deus os tinha enviado para vencer Ezequias: "Acaso, subi eu, agora, sem o Senhor contra este lugar, para o destruir? Pois o Senhor mesmo me disse: Sobe contra a terra e destrói-a" (2 Reis 18:25). Os falsos mestres afirmam tipicamente que têm autorização de Deus. Nos dias de Jeremias, o falso profeta Hananias predisse com confiança a volta dos cativos e falou com autoridade pela "palavra do Senhor": "Assim fala o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel, dizendo: Quebrei o jugo do rei da Babilônia. Dentro de dois anos, eu tornarei a trazer a este lugar todos os utensílios da Casa do Senhor, que daqui tomou Nabucodonosor, rei da Babilônia, levando-os para a Babilônia. Também a Jeconias, filho de Jeoaquim, rei de Judá, e a todos os exilados de Judá, que entraram na Babilônia, eu tornarei a trazer a este lugar, diz o Senhor; porque quebrei o jugo do rei da Babilônia" (Jeremias 28:2-4). A ousadia e especificidade desta "profecia" tinha ares de verdade; ela foi dita no estilo das verdadeiras palavras de Deus e era por demais convincente. Mas era falsa.
Satanás é convincente e é o mestre do disfarce (veja Mateus 7:15-16; 2 Coríntios 11:13-15). Ele afirma suas mentiras tão ousada e precisamente que são facilmente acreditadas. Precisamos não permitir que a confiança dos falsos mestres nos engane. Todos os mestres e ensinamentos precisam ser testados à luz da palavra de Deus (1 João 4:1; Gálatas 1:8-9). Nenhum Rabsaqué que venha ousadamente afirmando que o Senhor o enviou é verdadeiramente de Deus. A Bíblia é nosso modelo e qualquer ensinamento que não está à sua altura deve ser rejeitado, não importa quão autorizado possa parecer.
Prometeu bênçãos
Rabsaqué estava tentando fazer com que os israelitas quisessem render-se. Ele poderia ter declarado que a rendição deles não levaria ao cativeiro, mas eles não teriam acreditado nele porque a política assíria de exilar as nações conquistadas era bem conhecida. Assim, ele fez uma abordagem diferente. Ele argumentou que seria um cativeiro maravilhoso do qual eles realmente gostariam! "Não deis ouvidos a Ezequias; porque assim diz o rei da Assíria: Fazei as pazes comigo e vinde para mim; e comei, cada um da sua própria vide e da sua própria figueira, e bebei, cada um da água da sua própria cisterna. Até que eu venha e vos leve para uma terra como a vossa, terra de cereal e de vinho, terra de pão e de vinhas, terra de oliveiras e de mel, para que vivais e não morrais..." (2 Reis 18:31-32). Basicamente, os assírios estavam dizendo que quando os israelitas se rendessem e fossem levados ao exílio, eles o achariam um lugar maravilhoso para viverem. O cativeiro seria mais ou menos uma estada numa idílica estância de férias.
O diabo ainda tenta fazer o pecado e suas conseqüências parecerem atraentes. Seu ardil mais velho é negar o castigo pelo pecado e exagerar os benefícios dele (veja Gênesis 3). Pense nos anúncios da televisão promovendo bebidas alcoólicas: eles nunca mostram o bêbedo trombando seu carro, destruindo sua família ou morrendo de doença do fígado; em vez disso, mostram a glória, o encanto e o prazer. Satanás faz isto com todo pecado. Ele recorta cuidadosamente a fotografia do pecado para que mostre somente os aspectos mais atraentes e não revela as amargas conseqüências. Conforme Pedro escreveu: "prometendo-lhes liberdade, quando eles mesmos são escravos da corrupção..." (2 Pedro 2:19).
Solapou a fé
Os assírios buscavam corroer a confiança do povo no Senhor. "Não vos engane Ezequias, dizendo: o Senhor nos livrará. Acaso, os deuses das nações livraram cada um a sua terra das mãos do rei da Assíria? Onde estão os deuses de Hamate e de Arpade? Onde estão os deuses de Sefarvaim? Acaso, livraram eles a Samaria das minhas mãos? Quais são, dentre todos os deuses destes países, os que livraram a sua terra das minhas mãos, para que o Senhor livre a Jerusalém das minhas mãos?" (Isaías 36:18-20). Era irônico que Rabsaqué argumentasse deste modo, porque ele tinha acabado de afirmar que o Senhor era aquele que o tinha enviado a conquistar Jerusalém. Mentirosos precisam de boa memória!
Satanás quer influenciar-nos a crer que o Senhor não é confiável, que os meios de Deus não darão certo. Ele sabe que, sem confiança no Senhor, agiremos independentemente e tentaremos resolver nossos problemas sozinhos. Não admira que Paulo insistisse que o único meio para apagar as setas incendiadas do mal é usar o escudo da fé.
Conclusão

Os israelitas se  recusaram a dar atenção à propaganda de Rabsaqué. Eles permaneceram silenciosos em sua presença, depois se voltaram e oraram pela ajuda do Senhor. O Senhor prometeu que poria um anzol no nariz dos assírios e os mandaria diretamente de volta a sua casa. E de fato, uma noite, um único anjo matou 185.000 soldados assírios, incluindo todos os oficiais, e Senaqueribe decidiu retirar suas tropas. Assim como o Senhor venceu Senaqueribe, ele derrotará Satanás. Sejamos surdos à propaganda de Satanás e fiquemos com o vencedor!

sábado, 21 de fevereiro de 2015




JEJUM,  uma bênção!


Abstinência ou abstenção total ou parcial de alimentação em determinados dias, por penitência ou prescrição religiosa ou médica.      
(Dicionário Aurélio
)


Jejum é uma prática muito comum no meio religioso,  todas as religiões existentes, cristãs ou não, usam desta forma de sacrifício para louvar as suas divindades.
Mas o que verdadeiramente é o jejum para os cristãos? 
Uma simples abstinência de alimentos! 
Não! 
Infelizmente muitos têm olhado para o jejum como um fardo difícil de ser carregado e ignorado o verdadeiro sentido desta abstinência. Ficam sem alimentar-se por um período levado pelas circunstâncias (determinação da igreja ou algo semelhante), porém, não conseguem ver a grandeza deste ato de louvor ao Senhor. Infelizmente resumindo: Passam Fome!

Em Isaias 58.6,7 está escrito: 

“Porventura não é este o jejum que escolhi, que soltes as ligaduras da impiedade,   que desfaças as ataduras do jugo e que deixes livres os oprimidos, e despedaces   todo o jugo?  Porventura não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres abandonados; e, quando vires o nu, o cubras, e não te escondas da tua carne?"
O Senhor  está ensinando através de seu profeta, que o jejum deve envolver todo o nosso ser, a vontade é subjugada, a mente volta-se para Ele.  São momentos nos quais  devemos fechar a porta para a existência  e abrir-nos totalmente para o Senhor.  Longe de ser algo mecânico, ou encarado como uma obrigação, no entanto deve ser um ato que parte de nosso íntimo um reconhecimento da glória do Pai e do prazer em humilhar-se em sua presença. 
Este ensino é dado ao povo escolhido  desde os tempos dos reis,  como uma prática agradável e que geralmente movia o coração do Senhor. Sua pratica era geralmente em situações 
difíceis, em que o socorro divino era indispensável. 
Veja o exemplo de Davi: 

“... Jejuou Davi e, ... passou a noite prostrado...”  2Sm 12.16
Vejamos alguns textos que nos leva a conhecer diversos momentos em que o jejum foi extremamente necessário. Jl 1.14, 2.12;  2Sm 1.12;  Lc 5.33-35;  Sl 35.13;  Dn 6.18;  Et 4.16;  At 13.3, 14.23  etc
O jejum era uma prática comum entre os grandes servos do Senhor, pois sabiam que era uma forma de reabastecer-se, de renovar as forças para enfrentar as difíceis batalhas que tinham pela frente em seus ministérios e até mesmo na vida cotidiana.  
Veja alguns exemplos: 
Jesus:  Mt 4.2; 
Moisés: Ex 34.28;
Elias: 1Rs 19.8;
Paulo: 2 Co 11.27;
Cornélio: At 10.30; 

Ana: Lc 2.37;
Davi: 2 m 12.16;
Neemias: Ne 1.4;
Ester: Et 4.16;
Daniel: Dn 9.3  entre outros.
O jejum também era feito coletivamente, praticado simultaneamente  pela nação, numa cidade, pela igreja  etc. 
Leia os exemplos: 
Nação: Israel Jz 20.6, Ed 8.21, Jr 36.9 etc;
Cidade: Ninivitas Jn 3.5-8; 

Lideres: Apóstolos 2 Co 6.5;
Igreja:  Primeiros Cristãos At  13.2
Apesar de ser uma prática comum no seio da igreja do Senhor, na Bíblia vemos poucos ensinamentos a respeito de como praticá-lo.                                        
Em Mateus 6.16-18 vemos uma recomendação do Mestre em relação ao jejum: 
“Tu, porém, quando jejuares, unge a tua cabeça, e lava o teu rosto,  Para não pareceres aos homens que jejuas, mas a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente.”
Infelizmente este precioso ensinamento dado por Cristo pouco tem sido observado nos dias atuais, nos quais vive-se muito a aparência. E passar uma imagem de crente praticante deste sacrifico coloca sobre as costas uma capa de santidade. E o que deveria ser em secreto,         torna-se extremamente aparente, à semelhança do Fariseu que se exaltando dizia a todos: “Jejuo duas vezes por semana...” Lc 18.12
Nestes dias apocalípticos, a simplicidade da palavra já não tem lugar e muitos têm tentado explicar o inexplicável, e neste afã, inventaram diversas normas para a prática do jejum. 
E cada Pastor, impõe as suas ovelhas formas predefinidas e até absurdas para sacrificar ao Senhor. 
A palavra, porém, aponta para a voluntariedade é um pacto entre a pessoa e Deus; que   nasce no coração, com o  desejo de agradar ao Mestre. É uma forma de nos humilharmos em sua presença, clamando pela sua misericórdia ou demonstrando a nossa gratidão pelo seu amor.
Estava em Porto Seguro - BA, e por estar com a Bíblia na mão, aproximou-se um jovem crente. Começamos a conversar sobre as coisas espirituais e ele confidenciou-me que estava em jejum e por determinação do pastor, nem mesmo a saliva poderia engolir. 
Uma irmã contou-me, que para um verdadeiro jejum, teria que ficar em casa, orando e lendo a Bíblia e não poderia conciliar trabalho e jejum. 

E como estes exemplos radicais, há muitos outros.
Ditar normas e formas de sacrificar ao Senhor  é colocar fardos pesados sobre as pessoas e muitos são induzidos ao erro. 
E isto é andar em sentido contrário, pois Cristo veio tirar os fardos pesados difíceis de serem carregados, no entanto, muitos chamados homens de Deus, fazem questão de colocá-los sobre os ombros das ovelhas. 
O que deveria verdadeiramente ser ensinado e cobrado pelos pastores era a condição única de santificar-se, deixando o pecado  e de voluntariamente  chegar-se diante do Pai e fazer um pacto de sacrifício.
Na prática do Jejum  é indispensável: A) Leitura da Palavra  -  Meditar nos ensinamentos, vivenciá-los 
B) Oração  -  Jejum sem oração, não é jejum!  Deve-se esta em oração constante! 

E para orarmos, só precisamos de vontade.  Ora-se: andando pelas ruas; dirigindo; em casa;trabalhando; no metrô, trem ou ônibus; enfim em todos os lugares! 

Orar é falar com Deus, como ele conhece nossos pensamentos, não há necessidade de      sairmos pelas ruas clamando em voz alta. É só você e Deus! Ele te ouvirá. 
C) Estar em Espírito  -   É viver com a mente voltada para os céus, ligado nas coisas            espirituais. É uma condição de vida para todos os Servos do Senhor, em tempos de jejum ou não.  
“ Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus.”  Sl 51.17
Quanto à forma de jejuar, esta depende do mover do Espírito Santo ou de sua própria opção, cito alguns exemplos: 
a) Ficar por um período sem alimentar-se: 12, 24 ou mais horas. 
b) Excluir da alimentação por um período pré-estabelecido algum item. 
Exemplo: Carne, refrigerantes, doces, etc. 
c) Não se alimentar com produtos fermentados. 
d) Alimentar-se só com raízes. 
e) Alimentar-se apenas com líquidos por um tempo determinado. 
f) 
Faça segundo o teu coração com o objetivo principal de honrar ao Senhor.
No Jejum, temos que afrontar a carne, lutar contra ela, humilhá-la, ir contra nossa própria vontade.  Portanto é inconcebível  que alguém venha oferecer um sacrifício que não vá doer na carne. Por exemplo: 
Querer excluir da alimentação o refrigerante por um período, quando normalmente você bebe esporadicamente.  

Certamente será em vão!
É Preciso ir contra a carne!  Afrontá-la!
“Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz e o que não faz caso do dia para o  Senhor o não faz. O que come, para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e o que não come, para o SENHOR não come, e dá graças a Deus. Porque nenhum de nós vive para si, e nenhum morre para si. Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. De sorte que, ou vivamos ou morramos, somos do Senhor. Porque foi para isto que morreu Cristo, e ressurgiu, e tornou a viver, para ser Senhor, tanto dos mortos, como dos vivos.” Rm 14.6-9
E assim deve ser o nosso viver, tudo quanto façamos, que seja feito no Senhor.
Consulte mais sobre jejum, veja os textos: 1Rs 21.9; 2 Cr 20.3; Ed 8.21; Sl 35.13, 69.10;  Jr 36.6; Dn 6.18, 9.3; Jl 1.14, 2.15; Jn 3.5; Zc 8.19; Mt 15.32, 17.21; Mc 8.3; Lc 2.37; At 14.23, 27.9; 2 Co 6.5, 11.27


Paul Idni M. Viana

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Deus acima de tudo .!:                                                 ...

Deus acima de tudo .!:                        

                         ...
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                                       QUANDO DEUS NÃO OUVE NOSSAS ORAÇÕES


Sempre ouvi dizer que Deus ouve todas as orações. Em certo sentido creio que isso é verdade. Já que Deus é onisciente, ou seja, sabe de todas as coisas, Ele ouve sim todas as orações que se fazem a Ele. No entanto, a Bíblia nos apresenta algumas ocasiões em que Deus simplesmente ignora as nossas orações. São situações que desagradam o Senhor e que trazem certo impedimento dos nossos pedidos serem considerados por Ele.
QUANDO TEMOS PECADOS NÃO CONFESSADOS
A Bíblia é claríssima ao dizer que o pecado desagrada a Deus. Quando somos contumazes em manter a prática do pecado em nossas vidas, nossas orações são ignoradas por Deus. Apenas o arrependimento pode mudar essa situação.
“Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça.” (Is 59. 2)
QUANDO NÃO PERDOAMOS
Jesus deixa claro que perdoar o próximo é regra essencial para que Deus receba nossas orações. Caso isso não ocorra, Deus simplesmente ignora nosso pedido de perdão.
“E, quando estiverdes orando, se tendes alguma coisa contra alguém, perdoai, para que vosso Pai celestial vos perdoe as vossas ofensas.” (Mc 11. 25)
Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas.” (Mt 6. 14-15)

QUANDO NEGLIGENCIAMOS OS RELACIONAMENTOS FAMILIARES
O Apóstolo Pedro falando a respeito da importância do relacionamento conjugal, deixa claro que a negligência nessa área de nossas vidas desagrada em muito ao Senhor, ao ponto de nossas orações serem interrompidas diante de Deus.
“Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento; e, tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade, porque sois, juntamente, herdeiros da mesma graça de vida, para que não se interrompam as vossas orações.” (1Pe 3. 7)
QUANDO CULTIVAMOS A HIPOCRISIA RELIGIOSA
Deus revelou em sua Palavra que ignora as orações daqueles que agem como hipócritas em sua religiosidade, ou seja, aqueles que se dizem crentes, mas o são apenas de aparência, apenas nos rituais, apenas na frente das pessoas. Pessoas que não vivem os valores do reino de Deus, que os pregam, mas que não os vivem de verdade. Veja o que Deus diz:
“De que me serve a mim a multidão de vossos sacrifícios? —diz o SENHOR. Estou farto dos holocaustos de carneiros e da gordura de animais cevados e não me agrado do sangue de novilhos, nem de cordeiros, nem de bodes. Quando vindes para comparecer perante mim, quem vos requereu o só pisardes os meus átrios? Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação, e também as Festas da Lua Nova, os sábados, e a convocação das congregações; não posso suportar iniqüidade associada ao ajuntamento solene (…) Pelo que, quando estendeis as mãos,escondo de vós os olhos; sim, quando multiplicais as vossas orações, não as ouço, porque as vossas mãos estão cheias de sangue.” (Is 1. 11-13, 15)

Paul Idni,
Que a paz esteja com todos . 

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

DEUS É LUZ, E NÃO HÁ NELE TREVAS!

E esta é a mensagem que dele ouvimos, e vos anunciamos: que Deus é luz, e não há nele trevas nenhumas. 1 João 1:5
Quando acaba a energia elétrica e nos vemos em completa escuridão, sempre procuramos por alguma luz, seja o palito de fosforo, seja um isqueiro, uma vela, ou seja, naturalmente não queremos ficar na escuridão. O instinto de querer buscar a claridade, de ver além da escuridão, esta em nós.
Certamente não é com todos, pois existem aqueles, que buscam esconder-se em trevas, pois não querem que suas obras sejam vistas a luz do dia.
Deus porém é luz, não havendo Nele trevas e tal qual, a vela que acesa faz a escuridão desaparecer assim é Jesus Cristo nosso Salvador, só que esta luz que vem de Deus não se apaga com um sopro e nem termina ao final do pavio.
Uma vez que você o acenda no seu coração nunca mais terá escuridão em sua vida, a escolha é sua:
Viver em trevas ou viver na Luz que é Cristo Jesus.

                                              HÁ MORTE NA PANELA  “Depois Eliseu voltou para Gilgal. Nesse tempo a fome assolava a região. ...