Deus acima de tudo .!: Cuidado com as cisternas rotas
“Porque o meu povo ...: Cuidado com as cisternas rotas “Porque o meu povo fez duas maldades: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram...
terça-feira, 18 de setembro de 2018
Cuidado com as cisternas rotas
“Porque o meu povo fez duas maldades: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram cisternas, cisternas rotas que não retêm as águas”. (Jr 2.13)
O profeta Jeremias viveu nos anos entre 627 e 587 a.C. Foi profeta durante quarenta anos, profetizando a Judá e as nações gentílicas. Jeremias nunca casou. Viveu no reinado de Josias, ocasião em que houve um avivamento, ainda que de pouca duração; no reinado de Zedequias, que apesar de gostar de ouvir o profeta, não colocava em prática o que ele falava; também do rei Jeoaquim que desprezava as suas palavras e inclusive tentou matá-lo. O povo de Judá estava afastando-se de Deus, este então enviou Jeremias para falar do perigo que estava incorrendo em não voltar para a fonte de águas, que é o próprio Deus. Por quarenta anos Jeremias denunciou o pecado do povo e os chamou ao arrependimento, sofrendo por isso severas privações. Foi lançado na prisão por duas vezes (Jr 37,38), foi levado forçadamente para o Egito (Jr 43), foi rejeitado por seus vizinhos (Jr 11.19-21), sua família (Jr 12.6), e pelos reis (Jr 36.23).
Cisterna, vem do hebraico “bor”: lugar cavado, poço. É um termo usado 67 vezes no Antigo Testamento, e a cisterna era um lugar onde era guardada água potável. A maioria dessas cisternas eram reservatórios cobertos, escavados na terra ou na rocha, para onde escorria o excesso das águas da chuva e guardadas para serem usadas no período da seca na Palestina que abrangia entre maio e setembro. Uma cisterna seca e abandonada podia ser usada como cárcere, conforme vemos com José e com Jeremias (Gn 37.22; Jr 38.6). Por sua vez, cisternas rotas eram cisternas rachadas, que não guardavam a água e não a mantinham limpa. Qualquer viajante que se aproxima de uma cisterna rota percebe que não há água potável. Apesar de todo trabalho dos que a escavaram, foi inútil, pois não há esperança nessa cisterna para os que a procuram.
O texto supracitado chama a nossa atenção para dois males que Judá estava cometendo: deixaram o manancial de águas vivas e cavaram cisternas rotas.
1- O POVO ABANDONOU O SENHOR, A FONTE DE ÁGUAS VIVAS – Jr 17.13
Deus é a fonte de água viva, nossa vida depende dele. Sem Deus você não vive. Deus é a fonte de vida abundante, Deus não é uma cisterna, mas uma fonte. Uma cisterna apenas armazena água, mas uma fonte produz água. A água corre da fonte. A fonte é inesgotável. A fonte tem água viva, água limpa, água cristalina, água que flui abundantemente. Isso é um símbolo da vida que Cristo nos oferece. Quem nele crer tem uma fonte a jorrar para a vida eterna. Quem nele crer nunca mais terá sede.
Judá abandonou o Manancial de águas vivas. Foi uma rejeição lenta, por dias sem fim. Um esquecimento despercebido, devagar, aos poucos: cedendo um pouco aqui, um pouco ali; não falando de Deus aos filhos conforme ordenava a lei mosaica; levando um cordeiro desqualificado para o sacrifício, realizando um ritual vazio, sem sentido espiritual, apenas na aparência; esqueceram das ofertas alçadas; esqueceram dos pobres e necessitados; perderam-se na prostituição. O pecado do povo é tão grave que até os céus ficam espantados e são tomados como testemunhas (Jr 2.12). É algo simplesmente inacreditável! Israel saiu da direção de Deus e procurou o Egito e a Assíria. Fez isso pensando que seria lucro, mas foi uma grande perda; pensaram que seria uma benção, mas receberam o castigo; pensaram que sairiam saciados, mas ficaram mais sedentos (Jr 2.17-19).
Se Deus é o manancial das águas vivas, por que o seu povo o abandona? Muitas vezes, o povo tem se cansado de Deus. Tem sido atraído e seduzido pelo pecado, pelo mundo, pelas cisternas rotas. Miquéias pergunta: “Povo meu, que te tenho feito? Por que te enfadaste de mim?” (Mq 6.3). O filho pródigo estava insatisfeito na casa do pai e foi para um país longínquo onde gastou tudo o que tinha vivendo dissolutamente. Após perder tudo percebeu que na casa do pai havia uma fonte inesgotável onde até os menos favorecidos tinham oportunidade para servir-se (Lc 15.11-32).
2- O POVO DE DEUS CAVOU CISTERNAS ROTAS QUE NÃO RETEM AS ÁGUAS
Ao invés de aproveitar os abundantes rios da Palestina, Israel estava cavando cisternas que não retinham as águas e cujas águas não eram saudáveis, causando varias doenças. A essa prática chamamos irracionalidade, loucura, autodestrutibilidade.
Por afastarem de Deus, eles cavaram cisternas rotas, quebradas, rachadas que além de não reterem as águas deixando vazar, eram cisternas em que a conservação da água ficava comprometida.
Eis o perigo de ser seduzido por algo artificial. Israel deixou o Senhor e se deixou ser seduzir por ídolos. Israel pensou: o nosso Deus é muito exigente. Queremos uma religião que nos custe menos, que nos dê mais liberdade, que não nos cobre tanto. Queremos ser livres como os outros povos para fazermos conforme a nossa própria vontade sem nos sentirmos feridos pela nossa consciência.
Cisternas rotas é a maneira humana de satisfazer suas necessidades espirituais. São Doutrinas segundo as suas próprias concupiscências capazes de amontoar mestres segundo seus próprios desejos e ambições. (II Tm 4.3). É a busca desenfreada por prazer nas coisas do mundo e um tipo do cristão que nunca guarda o que lhe é confiado (II Tm 1.14; Ap 3.11). É a aceitação do sincretismo religioso, que condensa um pouco de tudo, trazendo uma opção religiosa um pouco mais interessante. A teologia da prosperidade com suas inovações materialistas e cheias de “sementinhas” no seu bojo, nocauteando grandes lideranças que ficam assoberbadas com a garantia do dinheiro fácil.
Cisternas rotas falam da constante inversão de valores entre os cristãos pós modernos. O que era pecado, já não é mais. O que dantes prejudicava, agora parece fazer bem. Os cultos foram transformados em shows, os pregadores e cantores em estrelas pop stars, a adoração genuína em louvorsão ritmado com músicas frenéticas com letras carregadas de heresias e manipuladoras da grande massa. A igreja vira clube, o pastor que deveria ser profeta e denunciar essa inversão, pelo contrário, se deixar levar pela nova onda, pois percebe que dessa forma é mais fácil enriquecer em nome de uma fé operante totalmente distorcida daquela apresentada pelas sagradas escrituras. Os programas evangélicos de TV sob o pretexto de evangelizar, fazem grandes campanhas de sementes, num discurso que até parece ouvirmos os vendedores de indulgencias dos dias de Lutero. A oração que nos eleva até a presença do Altíssimo tem sido substituída por um determinismo condenável do tipo “eu determino”, “eu ordeno”, “eu exijo”, “eu reivindico”, como se fossemos nós a mandarmos nos desígnios do Eterno.
Ao preferir cisternas rotas, o povo alimenta-se de pó ao invés de beber da fonte. Quem troca o Senhor por outras fontes pode morrer de sede. Por causa da água que bebemos das cisternas, vivemos dias de completa insensatez, de extrema loucura. Negamos a veracidade de Deus e abandonamos o Senhor por completa ignorância das Escrituras (Os 4.6). Cavar cisternas rotas gera fadiga, exaustão, desilusão.
Até quando vamos ficar reivindicando cabritos para festejar, se desfrutamos da agradável companhia do pai? (Lc 15.29-31). Até quando vamos morrer de sede, se Cristo nos oferece água que jorra para a vida eterna? (Jo 4.10,13,14). Precisamos compreender que Deus é a fonte de águas vivas e somente Ele prove água capaz de transmitir vida (Is 55.1; Jo 4.10; 7.37-38). Precisamos entender que: O conteúdo vale mais que a aparência; a família vale mais que o serviço cristão; a igreja vale mais que os outros lugares; a Palavra de Deus vale mais que as experiências pessoais; e o Criador vale mais que a criatura.
Paul Idni Maia Viana
Louvado seja Deus
segunda-feira, 17 de setembro de 2018
QUEM É MAIOR NO REINO DE DEUS ?
Veio-lhes então ao pensamento saber qual dentre eles era o maior. E chegaram a Cafarnaum. Em casa, vendo Jesus o pensamento de seus corações, lhes perguntou: “Sobre o que discutíeis no caminho?”
Mas eles se calaram, porque pelo caminho haviam discutido entre si sobre qual era o maior.
Jesus, sentando-se, chamou os Doze, e então aproximaram-se os discípulos e lhe perguntaram: “Quem é o maior no Reino dos Céus?”
Jesus lhes disse: “Se alguém quiser ser o primeiro, seja o último de todos e o servo de todos”.
E chamando uma criança para o meio deles, colocou-a a seu lado e, pegando-a nos braços, disse-lhes: “Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como as crianças, de modo algum entrareis no Reino dos Céus. Quem, portanto, se tornar pequenino como esta criança, esse é o maior no Reino dos Céus”.
E acrescentou: “Quem receber uma criança como esta em meu nome, a mim me recebe, e quem receber a mim, não é a mim que recebe, mas sim aquele que me enviou. Pois aquele que dentre todos vós for o menor, esse será grande”. (Evangelhos de: Mateus, cap. 18, vv. 1 a 5 – Marcos, cap. 9, vv. 33 a 37 – Lucas, cap. 9, vv. 46 a 48).
Depois de percorrer algumas regiões da Galileia, Jesus e seus discípulos regressaram a Cafarnaum, onde o Mestre residia, sendo hóspede da casa de Pedro. Embora soubesse a respeito dos sentimentos e dos pensamentos humanos, Jesus indagou aos seus apóstolos a respeito do teor da conversa que promoviam durante o caminho. Eles nada responderam porquanto o tema era de natureza egoica (Pessoa que se incomoda quando é solicitada.,Fala de si o tempo todo, se elogiando, se achando o melhor)
Sentiram-se envergonhados para revelar que discutiam a respeito de quem seria o maior.
O divino Rabi, no entanto, desejou aprofundar a respeito da temática. Não era interessante saber quem era o maior, mas quem poderia ser o maior no Reino dos Céus. O Mestre delineou um roteiro para quem deseja atingir elevado nível de evolução espiritual. Um roteiro associando sabedoria com pureza de coração.
Ao apresentar uma criança e dizer que é necessário se tornar uma criança para entrar no Reino dos Céus, Jesus ressaltou o símbolo de pureza que a criança representa. Isso, porque a criança nem sempre é espiritualmente pura porquanto frequentemente falta-lhe conhecimento e sabedoria. Pureza sem sabedoria não é pureza e sim ingenuidade, ignorância. O Mestre usou a criança como um recurso didático para demonstrar a necessidade de pureza espiritual para ser o primeiro no Reino de Deus.
Diante de Deus, somos todos crianças espirituais, mas nem sempre temos essa consciência. A obediência diante da Suprema Vontade do Pai, revelada por meio de Suas Leis gravadas na consciência, é o primeiro passo para a conquista dessa pureza espiritual. O espírito, em seus diversos níveis evolutivos, que respeita as Leis de Deus, encontra recursos ainda maiores para desenvolver elevadas virtudes intelecto-morais até alcançar a perfeição espiritual.
A prática recomendada por Jesus é a de ser o “servo de todos”. Vale ressaltar que o Mestre não sugere que o indivíduo se torne ‘o escravo de todos’. O servo tem vontade própria, está pronto para ajudar e colaborar, mas não age como um escravo, abdicando do seu livre arbítrio, de suas vontades e dos seus talentos. Ser o servo de todos é agir com sabedoria, sempre auxiliando de acordo com o nível evolutivo de quem é servido. Igualmente, tornar-se o “último de todos”, sendo instrumento de Deus, é bem diferente de tornar-se objeto dos caprichos das ambições, dos desvarios e das violências humanas.
Tornar-se “o menor”, segundo a vontade de Deus, é exercício de humildade, resultante da prática da caridade. Porque não há humildade sem caridade e não há caridade sem amor incondicional. Quem se torna o menor será grande porque sabe reconhecer as suas qualidades e os talentos dos demais e busca trabalhar em prol de um convívio melhor.
O divino Mestre, no entanto, lembrou haver deveres para com o justo e o sábio. Quem trata com respeito um filho de Deus, também considera o próprio Pai que o criou, especialmente se sabe reconhecer as suas qualidades morais. Não raras vezes, quem trabalha em prol da justiça, do amor e da fraternidade, ainda sofre diversas perseguições em nosso meio; alguns são martirizados, vilipendiados e assassinados.
A pureza espiritual também foi louvada por Jesus ao proferir o Sermão da Montanha, conforme narra Mateus (5:8): “Bem aventurados os puros de coração, porque verão a Deus”; é a felicidade maior reservada para quem alcançou a perfeição espiritual.
Enquanto os apóstolos discutiam durante a viagem acerca de quem seria o maior, não poderiam supor que a lógica de Deus é bem contrária a lógica do imediatismo humano. Afinal, quem poderia imaginar que o maior é quem se torna o menor para servir em nome de Deus. Jesus nos ensina a estratégia de se fazer “menor”, por meio da obediência a Deus, para o devido cumprimento dos seus deveres. É nesse sentido que o forte deve se apresentar fraco para levantar os fracos e sustentar os fortes. O apóstolo Paulo também compreendeu essa lição do Cristo ao reproduzi-la, conforme se verifica em sua primeira carta aos Coríntios (9:19-23):
“Ainda que seja livre diante de todos, fiz-me o servo de todos para ganhar o maior número possível. Fiz-me como judeu para os judeus, para ganhar os judeus. Para os que estão sujeitos à Lei, fiz-me como se estivesse sujeito à Lei, para ganhar os que estão sujeitos à Lei. Para os que vivem sem a Lei, fiz-me como se vivesse sem a Lei, ainda que não viva sem a lei de Deus, pois estou sob a lei de Cristo, para ganhar os que vivem sem a Lei. Para os fracos, fiz-me fraco, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns. E eu faço isto por causa do evangelho, para ser também participante dele”.
Paul Idni Maia Viana
Louvado Seja Deus
terça-feira, 14 de agosto de 2018
Estudo sobre Gênesis 6.1-13
INTRODUÇÃO
Este capítulo faz um relato das condições que levaram ao dilúvio. Aqueles dias se assemelham com a época em que nós vivemos hoje.
I. O SAL SE TORNOU INSÍPIDO – VERSÍCULOS 1-2
O povo de Deus é a força que preserva os valores em uma sociedade [Mateus 5:13]. Quando os que professam ser santos começam a perder e a comprometer seu testemunho, os tempos se tornam desesperadores. Isto é o que ocorreu antes do dilúvio. Em Gênesis 4, percebemos que os descendentes de Caim, que embora se excederam em algumas áreas da cultura, desviaram-se mais e mais de Deus, e daquilo que era correto. Em Gênesis 3:25 a 4:32, nós temos a lista dos descendentes de Sete. A maioria deles era temente a Deus. Em Gênesis 3:26 pudemos notar que nos dias de Enos eles se separaram para a adoração pública. Eles foram o sal da terra.
Em Gênesis 6:1-2, temos um triste relato da decadência espiritual deles. Isto teve início quando eles começaram a se casar somente com base na atração física. Em todas as épocas, Deus tem pedido ao seu povo que somente se casem com aqueles que da mesma maneira servem ao Deus verdadeiro. Isto é para o conforto e crescimento espiritual deles, como também para benefício de suas crianças [Deuteronômio 7:2-4; Êxodo 34:14-16; I Coríntios 7:39; II Coríntios 6:14].
II. AS CONDIÇÕES DO HOMEM – VERSÍCULOS 3-5.
A. O estado do homem antes do dilúvio:
1. Antes do dilúvio o homem resistiu ao trabalho do Espírito Santo na graça comum. Isto envolveu a recusa deles em ouvir os pregadores da verdade (Enoque, Noé) e a luta do Espírito Santo em as suas próprias consciências. Ainda hoje, as restrições ao pecado são gradualmente eliminadas.
2. O homem se recusou a tirar proveito da maravilhosa misericórdia de Deus. Deus deu ao homem um espaço de tempo de120 anos para se arrepender.
3. No versículo 4, vemos que os homens brutos e maus eram os líderes e heróis daquele tempo. Os filhos destes casamentos mistos se tornaram famosos na sociedade, mas não diante de Deus.
4. O versículo 5 revela que a mente dos homens se tornou um esgoto do pecado. Só precisamos ligar a TV para termos exemplos modernos disto. Linguagem baixa e impureza sexual são o tema constante. Ninguém pode sair em público sem que ouça conversas profanas e sujas.
B. Os dias de Noé – Lucas 17:26. Nosso Senhor apontou que as características da vida antes do dilúvio reapareceriam antes da Sua segunda vinda. Tendo em vista as condições atuais, como isto nos instiga a olharmos para a vinda de Cristo. Note as características mencionadas:
1. Preocupação com o prazer físico – Lucas 17:27.
2. Explosão do conhecimento – Gênesis 4:22.
3. Atitudes Materialistas – Lucas 17:28.
4. Rejeição à Palavra de Deus – I Pedro 3:19.
5. Aumento da População – Gênesis 6:1 e 11.
6. Propagação da Violência – Gênesis 6:11-13.
7. Atividade Sexual Ilícita – Gênesis 4:19.
8. Disseminação da Blasfêmia – Judas 15.
III. O ARREPENDIMENTO DE DEUS – VERSÍCULOS 6-7.
O versículo 6 nos diz que Deus se arrependeu ou mudou sua vontade a respeito da criação do homem. É claro que isto é linguagem de acomodação. Deus está falando como se Ele fosse homem. Estritamente falando, Deus nunca muda Sua vontade, pois Seus planos são eternos e imutáveis [I Samuel 15:29; Romanos 11:29].
Esta forma de linguagem é usada para nos ajudar a entender a mudança que ocorreu no homem desde a criação, bem como a ira de Deus sobre o seu pecado. Mesmo Deus tendo criado o homem, Ele deve julgá-lo pelos seus pecados.
IV. A GRAÇA – VERSÍCULO 8.
Aqui temos a primeira menção da “graça” na Bíblia. Ela ocorre durante a época da maior depravação do homem. A graça de Deus pode parecer muito restrita aqui, mas vamos lembrar que através deste único homem, a raça humana foi preservada. Muitos, quando lêem o versículo 8, vêem somente a justiça de Deus em não destruir um homem justo juntamente com o ímpio. Entretanto, isto está longe do significado da graça. Na verdade, Noé era um homem justo [vers. 6], mas lembre-se de que foi a graça de Deus que o fez assim [I Coríntios 15:10].
V. A FAMÍLIA DE NOÉ – VERSÍCULOS 9-10.
Estas Escrituras nos dão mais informações a respeito de Noé. Ela nos fala de sua vida justa e de seu caminhar com Deus. O versículo 10 menciona seus três filhos. Através deles a terra foi repovoada.
VI. A DETERMINAÇÃO DE DEUS – VERSÍCULOS 12-13.
Quando o pecado se torna aberto, o julgamento está próximo. Deus criou o homem santo e o colocou no jardim. Através do pecado o mundo tornou-se uma “selva”. O julgamento acompanha o pecado assim como as flores acompanham o botão.
Paul Idni
Louvado seja Deus
terça-feira, 24 de julho de 2018
Revesti-vos da Armadura de Deus
A luta espiritual (6:10-13). Imagine acordando um dia e achando sua casa bem no meio de um campo de batalha. Com bombas explodindo ao seu redor, os disparos de metralhadoras e os gritos dos feridos, qual seria o seu primeiro pensamento? Se levantaria para ir ao serviço? Iria para a escola? Lavaria o carro? A sua primeira reação seria a sobrevivência sua e da sua família, não é?
Mesmo quando não percebemos a guerra ao nosso redor, isso não quer dizer que ela não exista. Em termos bem fortes, Paulo escreve que o mundo é um campo de batalha espiritual (6:12). Nós precisamos nos despertar para ver que a batalha é real!
Essa batalha não é guerra material, e sim espiritual. Então, como alguém pode sobreviver? Precisamos ser "fortalecidos no Senhor e na força do seu poder" (6:10) e devemos vestir "toda a armadura de Deus" (6:11,13).
A armadura de Deus (6:14-20):
Mesmo quando não percebemos a guerra ao nosso redor, isso não quer dizer que ela não exista. Em termos bem fortes, Paulo escreve que o mundo é um campo de batalha espiritual (6:12). Nós precisamos nos despertar para ver que a batalha é real!
Essa batalha não é guerra material, e sim espiritual. Então, como alguém pode sobreviver? Precisamos ser "fortalecidos no Senhor e na força do seu poder" (6:10) e devemos vestir "toda a armadura de Deus" (6:11,13).
A armadura de Deus (6:14-20):
O cinto (6:14). A verdade (a palavra de Deus Sveja João 17:17) precisa ser embrulhada ao centro do nosso ser para segurar todas as coisas. Sem o cinto da verdade, a armadura se desmancha.
A couraça (6:14). O coração é protegido pela justiça de Deus, que é revelada no evangelho (veja Romanos 1:17). O cristão que vive segundo o evangelho está protegendo seu coração do mal.
Os calçados (6:15). Quando convertido pelo evangelho da paz, o inimigo se torna aliado. Quando há mais aliados e menos inimigos, fica mais fácil vencer a batalha. Pregando o evangelho da paz salva vidas da destruição da batalha.
O escudo (6:16). A fé é o escudo do cristão contra "todos os dardos inflamados do Maligno". Tudo pode ser vencido em Cristo (veja Filipenses 4:13), através da fé verdadeira que foi uma vez por todas entregue por ele (veja 4:4; Judas 3).
A espada (6:17). A única arma ofensiva que o cristão precisa é a palavra de Deus (veja Hebreus 4:12; João 12:48; Apocalipse 1:16; 19:15). Para ganhar uma batalha espiri-tual, temos que falar a palavra espiritual de Deus, e não a palavra carnal dos homens.
Temos que buscar continuamente nos revestir de toda a armadura espíritual para que posamos estar preparados para a guerra.
Paul Idni
Louvado seja Deus
segunda-feira, 23 de julho de 2018
SE FOR PARA DESISTIR, DESISTA DE SER FRACO
Como vai a sua vida? Como vai a sua família? Ainda que a nossa vida não esteja como a gente gostaria, não vamos desistir de viver. Vamos meditar no estudo de Habacuque 3.17 e tentar entender a sua mensagem para nossas vidas. Ainda que o nosso relacionamento familiar não esteja bom, não vamos desistir da família. Ainda que a nossa fé não esteja firme, não desistiremos de Deus! O Profeta Habacuque, um dos 12 profetas menores, provavelmente vivendo nos dias da invasão babilônica de Jerusalém, trata do sofrimento dos filhos de Deus e conclama a todos a permanecerem firmes na fé, a fim de que Deus possa lhes dar vitória (Habacuque 2:4 “… O justo viverá pela fé”). Façamos essa oração de Habacuque e declaremos a nossa fé e confiança em Deus e tudo vai mudar em nossa vida. Você crê?
I – AINDA QUE A FIGUEIRA NÃO FLORESÇA – HABACUQUE 3.17 estudo da parte 1
A figueira foi utilizada por Jesus para falar da esterilidade espiritual e falta de fé (Mt 21:19; Lc 13:6-9; Mc 11:13, 20-21). Ela simboliza a nossa vida espiritual que precisa estar viva e produzindo frutos todo o tempo, sob pena de secarmos, morrermos, sermos arrancados da terra. O profeta Habacuque, mesmo vendo a falta de fé do povo não perdia a esperança de que Deus poderia transformar aqueles corações.
Como vai a sua produção de frutos para Jesus? Saiba que “ainda que a sua figueira não esteja florescendo”, continue crendo e Deus vai honrar a sua fé. Ainda que você diga não ter fé para crer em Jesus e entregar a sua vida a Ele, Deus pode colocar fé em seu coração e fazê-lo feliz. Basta Você dizer sim para Jesus e convidá-Lo para entrar na sua vida! Quer fazer isso agora?
II – AINDA QUE FALHE O PRODUTO DA OLIVEIRA – HABACUQUE 3.17 estudo da parte 2
A oliveira era nativa na Palestina e muito comum ali, quando o povo de Israel entrou para tomar posse da terra prometida (Dt 6:11). O fruto da oliveira é a azeitona, de onde se produz o azeite que serve para a unção, entre outras utilidades. Um fato curioso é que a oliveira é uma das poucas árvores capaz de atingir séculos de vida sem nunca adoecer.
Daí a associação dela com a cura, a saúde a longevidade. Podemos dizer “ainda que falhe a saúde”, todavia podemos confiar em Deus, pois Ele pode curar todas as nossas enfermidades (Sl 103:1-5). Você está precisando de cura? Tem alguém da sua família que está enfermo? Vamos orar e pedir a Deus a cura? Deus pode curar também a nossa alma e nos dar a vida eterna por meio de Jesus.
III – AINDA QUE NOS CURRAIS NÃO HAJA GADO – HABACUQUE 3.17 estudo da parte final
Com a invasão do exército babilônico em Jerusalém, toda a criação de animais foi levada como despojo e o povo ficou em completa pobreza e miséria, passando fome. Não tinha mais gado, não tinha mais leite para as crianças e o desespero começava a tomar conta das famílias. Aí o Profeta Habacuque convida o povo a continuar crendo em Deus, ainda que nos currais não houvesse mais o gado”.
Tem gente que só busca a Deus nas dificuldades e, ao conquistar a bênção, se esquece de Deus. Outros só querem as bênção de Deus mas não querem o Deus da bênção. Qual é a sua situação? Você deseja buscar o Deus da bênção e ser abençoado por Ele? Você deseja servir ao Deus da bênção entregando a sua vida a Jesus?
CONCLUSÃO:
O Profeta, em sofrimento, declara a sua fé, dizendo que nada o faria abandonar a Deus. E ainda que viessem os problemas, todavia ele confiaria e se alegraria no Deus da sua salvação. E você, já fez do Senhor Jesus o Deus da sua salvação? Ainda que venham os problemas, declare a sua fé e confiança em Deus e você será um vencedor!
PAUL IDNI
LOUVADO SEJA DEUS
terça-feira, 10 de julho de 2018
As razões dos não-dizimistas
Referência: HEBREUS 7.1-10
A doutrina do dízimo é inaceitável para aqueles que ainda não tiveram uma experiência pessoal com Jesus Cristo. Isto porque não foram ainda marcados pela consciência da causa de Deus nem pela prioridade do Seu Reino.
No Novo Testamento a palavra DÍZIMO aparece 9 vezes e ligadas a duas situações:
No Novo Testamento a palavra DÍZIMO aparece 9 vezes e ligadas a duas situações:
1) Mt 23.23 = Partindo dos lábios de Jesus em relação aos fariseus. Jesus aqui reafirma a necessidade do dízimo, ao mesmo tempo que denuncia sua prática como demonstração de piedade exterior (Lc 18.12) – “Jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho.” Também Jesus denuncia a prática do dízimo como substituição de valores do Reino tais quais: justiça, misericórdia e fé (Lc 11.42).
2) Hb 7. 1-10 = Eis as lições desse texto: a) O Pai da fé deu dízimo de tudo – v. 2; b) O pai da fé deu o dízimo do melhor – v. 4; c) A entrega dos dízimos se deu não por pressão da lei, uma vez que o povo israelita ainda não existia e, portanto, muito menos a lei judaica – v. 6; d) Hebreus nos faz perceber e reconhecer a superioridade do valor do dízimo que é dado a Cristo (imortal) em relação ao dado aos sacerdotes (mortais) – v. 8; e) O autor destaca que os que administram os dízimos também devem ser dizimistas – v. 9.
Ser ou não ser dizimista é uma questão de acreditarmos na causa que abraçamos, na “pérola que encontramos.”
Hoje muitos crentes não são fiéis a Deus na entrega dos dízimos. Para justificar esta atitude criam vários justificativas e desculpas. Se dependessem deles a igreja fecharia as portas. Não existiria templos, nem pastores, nem missionários, nem bíblias distribuídas, nem assistência social.
Eis as justificativas clássicas dos não-dizimistas:
Ser ou não ser dizimista é uma questão de acreditarmos na causa que abraçamos, na “pérola que encontramos.”
Hoje muitos crentes não são fiéis a Deus na entrega dos dízimos. Para justificar esta atitude criam vários justificativas e desculpas. Se dependessem deles a igreja fecharia as portas. Não existiria templos, nem pastores, nem missionários, nem bíblias distribuídas, nem assistência social.
Eis as justificativas clássicas dos não-dizimistas:
I. JUSTIFICATIVA TEOLÓGICA
Ah, eu não sou dizimista, porque DÍZIMO é da lei. E eu não estou debaixo da lei, mas sim da graça.
Sim! O dízimo é da lei, é antes da lei e é depois da lei. Ele foi sancionado por Cristo. Se é a graça que domina a nossa vida, porque ficamos sempre aquém da lei? Será que a graça não nos motiva a ir além da lei?
Veja: a lei dizia: Não matarás = EU PORÉM VOS DIGO AQUELE QUE ODIAR É RÉU DE JUÍZO
a lei dizia: Não adulterarás = EU PORÉM VOS DIGO QUALQUER QUE OLHAR COM INTENÇÃO IMPURA…
a lei dizia: Olho por olho, dente por dente = EU PORÉM VOS DIGO: SE ALGUÉM TE FERIR A FACE DIREITA, DÁ-LHE TAMBÉM A ESQUERDA.
A graça vai além da lei: porque só nesta questão do dízimo, ela ficaria aquém da lei? Esta, portanto, é uma justificativa infundada.
Mt 23.23 = justiça, misericórdia e fé também são da lei. Se você está desobrigado em relação ao dízimo por ser da lei, então você também está em relação a estas virtudes.
Ah, eu não sou dizimista, porque DÍZIMO é da lei. E eu não estou debaixo da lei, mas sim da graça.
Sim! O dízimo é da lei, é antes da lei e é depois da lei. Ele foi sancionado por Cristo. Se é a graça que domina a nossa vida, porque ficamos sempre aquém da lei? Será que a graça não nos motiva a ir além da lei?
Veja: a lei dizia: Não matarás = EU PORÉM VOS DIGO AQUELE QUE ODIAR É RÉU DE JUÍZO
a lei dizia: Não adulterarás = EU PORÉM VOS DIGO QUALQUER QUE OLHAR COM INTENÇÃO IMPURA…
a lei dizia: Olho por olho, dente por dente = EU PORÉM VOS DIGO: SE ALGUÉM TE FERIR A FACE DIREITA, DÁ-LHE TAMBÉM A ESQUERDA.
A graça vai além da lei: porque só nesta questão do dízimo, ela ficaria aquém da lei? Esta, portanto, é uma justificativa infundada.
Mt 23.23 = justiça, misericórdia e fé também são da lei. Se você está desobrigado em relação ao dízimo por ser da lei, então você também está em relação a estas virtudes.
II. JUSTIFICATIVA SENTIMENTAL
Muitos dizem: A bíblia diz em II Co 9.7 “Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria” = espontânea e com alegria.
Só que este texto não fala de dízimo e sim de oferta. Dízimo é dívida. Não pagar dízimo é roubar de Deus.
Perguntamos também: O que estará acontecendo em nosso coração que não permite que não tenhamos alegria em dizimar? Em sustentar a Causa que abraçamos e defendemos?
Muitos dizem: A bíblia diz em II Co 9.7 “Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria” = espontânea e com alegria.
Só que este texto não fala de dízimo e sim de oferta. Dízimo é dívida. Não pagar dízimo é roubar de Deus.
Perguntamos também: O que estará acontecendo em nosso coração que não permite que não tenhamos alegria em dizimar? Em sustentar a Causa que abraçamos e defendemos?
III. JUSTIFICATIVA FINANCEIRA
“O que eu ganho não sobra ou mal dá para o meu sustento.
1) O dízimo não é sobra = Dízimo é primícias. “Honra ao Senhor com as primícias da tua renda.” Deus não é Deus de sobras, de restos. Ele exige o primeiro e o melhor.
2) Contribua conforme a tua renda para que a tua renda não seja conforme a tua contribuição = Deus é fiel. Ele jamais fez uma exigência que não pudéssemos cumprir. Ele disse que abriria as janelas dos céus e nos daria bênçãos sem medidas se fôssemos fiéis. Ele nos ordenou a fazer prova Dele nesta área. Ele promete abrir as janelas do céu! Ele promete repreender o devorador por nossa causa.
3) Se não formos fiéis, Deus não deixa sobrar = Ageu diz que o infiel recebe salário e o coloca num saco furado. Vaza tudo. Foge entre os dedos. Quando somos infiéis fechamos as janelas dos céu com as nossas próprias mãos e espalhamos o devorador sobre os nossos próprios bens.
“O que eu ganho não sobra ou mal dá para o meu sustento.
1) O dízimo não é sobra = Dízimo é primícias. “Honra ao Senhor com as primícias da tua renda.” Deus não é Deus de sobras, de restos. Ele exige o primeiro e o melhor.
2) Contribua conforme a tua renda para que a tua renda não seja conforme a tua contribuição = Deus é fiel. Ele jamais fez uma exigência que não pudéssemos cumprir. Ele disse que abriria as janelas dos céus e nos daria bênçãos sem medidas se fôssemos fiéis. Ele nos ordenou a fazer prova Dele nesta área. Ele promete abrir as janelas do céu! Ele promete repreender o devorador por nossa causa.
3) Se não formos fiéis, Deus não deixa sobrar = Ageu diz que o infiel recebe salário e o coloca num saco furado. Vaza tudo. Foge entre os dedos. Quando somos infiéis fechamos as janelas dos céu com as nossas próprias mãos e espalhamos o devorador sobre os nossos próprios bens.
IV. JUSTIFICATIVA ASSISTENCIAL
“Prefiro dar meu dízimo aos pobres. Prefiro eu mesmo administrar meu dízimo.
“ A Bíblia não nos autoriza a administrar por nossa conta os dízimos que são do Senhor. O dízimo não é nosso. Ele não nos pertence. Não temos o direito nem a permissão nem para retê-lo nem para administrá-lo.
A ordem é: TRAZEI TODOS OS DÍZIMOS À CASA DO TESOURO PARA QUE HAJA MANTIMENTO NA MINHA CASA. A casa do Tesouro é a congregação onde assistimos e somos alimentados.
Mas será que damos realmente os “nossos” dízimos aos pobres? Com que regularidade? Será uma boa atitude fazer caridade com a parte que não nos pertence?
“Prefiro dar meu dízimo aos pobres. Prefiro eu mesmo administrar meu dízimo.
“ A Bíblia não nos autoriza a administrar por nossa conta os dízimos que são do Senhor. O dízimo não é nosso. Ele não nos pertence. Não temos o direito nem a permissão nem para retê-lo nem para administrá-lo.
A ordem é: TRAZEI TODOS OS DÍZIMOS À CASA DO TESOURO PARA QUE HAJA MANTIMENTO NA MINHA CASA. A casa do Tesouro é a congregação onde assistimos e somos alimentados.
Mas será que damos realmente os “nossos” dízimos aos pobres? Com que regularidade? Será uma boa atitude fazer caridade com a parte que não nos pertence?
V. JUSTIFICATIVA POLÍTICA
“Eu não entrego mais os meus dízimos, porque eles não estão sendo bem administrados.”
Não cabe a nós determinar e administrar do nosso jeito o dízimo do Senhor que entregamos. Se os dízimos não estão sendo bem administrados, os administradores darão conta a Deus. Não cabe a nós julgá-los mas sim Deus é quem julga. Cabe a nós sermos fiéis.
Não será também que esta atitude seja aquela do menino briguento, dono da bola, que a coloca debaixo do braço sempre que as coisas não ocorrem do seu jeito?
Deus mandou que eu trouxesse os dízimos, mas não me nomeou fiscal do dízimo.
“Eu não entrego mais os meus dízimos, porque eles não estão sendo bem administrados.”
Não cabe a nós determinar e administrar do nosso jeito o dízimo do Senhor que entregamos. Se os dízimos não estão sendo bem administrados, os administradores darão conta a Deus. Não cabe a nós julgá-los mas sim Deus é quem julga. Cabe a nós sermos fiéis.
Não será também que esta atitude seja aquela do menino briguento, dono da bola, que a coloca debaixo do braço sempre que as coisas não ocorrem do seu jeito?
Deus mandou que eu trouxesse os dízimos, mas não me nomeou fiscal do dízimo.
VI. JUSTIFICATIVA MÍOPE
“A igreja é rica e não precisa do meu dízimo.”
Temos conhecimento das necessidades da igreja? Temos visão das possibilidades de investimento em prol do avanço da obra? Estamos com essa visão míope, estrábica, amarrando o avanço da obra de Deus, limitando a expansão do Evangelho?
AINDA, não entregamos o dízimo para a igreja. O dízimo não é da igreja. É DO SENHOR. Entregamo-lo ao Deus que é dono de todo ouro e de toda prata. Ele é rico. Ele não precisa de nada, mas exige fidelidade. Essa desculpa é a máscara da infidelidade.
“A igreja é rica e não precisa do meu dízimo.”
Temos conhecimento das necessidades da igreja? Temos visão das possibilidades de investimento em prol do avanço da obra? Estamos com essa visão míope, estrábica, amarrando o avanço da obra de Deus, limitando a expansão do Evangelho?
AINDA, não entregamos o dízimo para a igreja. O dízimo não é da igreja. É DO SENHOR. Entregamo-lo ao Deus que é dono de todo ouro e de toda prata. Ele é rico. Ele não precisa de nada, mas exige fidelidade. Essa desculpa é a máscara da infidelidade.
VII. JUSTIFICATIVA CONTÁBIL
“Não tenho salário fixo e não sei o quanto ganho.”
Será que admitimos que somos maus administradores dos nossos recursos? Como sabemos se o nosso dinheiro dará para cobrir as despesas de casa no final do mês?
Não sabendo o valor exato do salário, será que o nosso dízimo é maior ou menor do que a estimativa? Porque ficamos sempre aquém da estimativa? Será auto-proteção? Será desinteresse?
“Não tenho salário fixo e não sei o quanto ganho.”
Será que admitimos que somos maus administradores dos nossos recursos? Como sabemos se o nosso dinheiro dará para cobrir as despesas de casa no final do mês?
Não sabendo o valor exato do salário, será que o nosso dízimo é maior ou menor do que a estimativa? Porque ficamos sempre aquém da estimativa? Será auto-proteção? Será desinteresse?
VIII. JUSTIFICATIVA ECLESIOLÓGICA
“Não sou membro da igreja”
Acreditamos mesmo que os nossos deveres de cristãos iniciam-se com o Batismo e a Profissão de Fé ou com a inclusão do nosso nome num rol de membros?
Não será incoerência defendermos que os privilégios começam quando aceitamos a Cristo: (o perdão, a vida eterna) e os deveres só depois que nos tornamos membros da igreja? Somos menos responsáveis pelo crescimento do Reino de Deus só porque não somos membros da igreja?
“Não sou membro da igreja”
Acreditamos mesmo que os nossos deveres de cristãos iniciam-se com o Batismo e a Profissão de Fé ou com a inclusão do nosso nome num rol de membros?
Não será incoerência defendermos que os privilégios começam quando aceitamos a Cristo: (o perdão, a vida eterna) e os deveres só depois que nos tornamos membros da igreja? Somos menos responsáveis pelo crescimento do Reino de Deus só porque não somos membros da igreja?
CONCLUSÃO
É hora de abandonarmos nossas evasivas. É hora de darmos um basta às nossas desculpas infundadas. É hora de pararmos de tentar enganar a nós mesmos e convencer a Deus com as nossas justificativas.
É hora de sermos fiéis ao Deus fiel. É hora de sabermos que tudo é de Deus: nossa casa, nosso carro, nossas roupas, nossas jóias, nossos bens, nossa vida, nossa saúde, nossa família. TUDO É DELE. Somos apenas mordomos, administradores. Mordomos e não donos. Deus quer de nós obediência e não desculpas. Fidelidade e não evasivas.
Que atitude vamos tomar? Nosso coração está onde está o nosso tesouro. Se buscarmos em primeiro lugar o Reino de Deus, não vamos ter problemas com o dízimo. Amém.
É hora de abandonarmos nossas evasivas. É hora de darmos um basta às nossas desculpas infundadas. É hora de pararmos de tentar enganar a nós mesmos e convencer a Deus com as nossas justificativas.
É hora de sermos fiéis ao Deus fiel. É hora de sabermos que tudo é de Deus: nossa casa, nosso carro, nossas roupas, nossas jóias, nossos bens, nossa vida, nossa saúde, nossa família. TUDO É DELE. Somos apenas mordomos, administradores. Mordomos e não donos. Deus quer de nós obediência e não desculpas. Fidelidade e não evasivas.
Que atitude vamos tomar? Nosso coração está onde está o nosso tesouro. Se buscarmos em primeiro lugar o Reino de Deus, não vamos ter problemas com o dízimo. Amém.
Louvado seja Deus
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